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IMPERATRIZ – Teses do MPMA são acolhidas em três júris consecutivos

Em três sessões do Tribunal do Júri realizadas entre os dias 24 e 26 de fevereiro, em Imperatriz, as teses defendidas pelo Ministério Público do Ma...

Por: Carlos Leen Fonte: MPMA
27/02/2026 às 12h47
IMPERATRIZ – Teses do MPMA são acolhidas em três júris consecutivos
Teses do MPMA foram defendidas pelo titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal(foto)

Em três sessões do Tribunal do Júri realizadas entre os dias 24 e 26 de fevereiro, em Imperatriz, as teses defendidas pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) foram acolhidas. Atuou nas sessões o titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, Tiago Quintanilha Nogueira.

No primeiro júri, o réu Airton Sá (vulgo “Índio”) foi condenado a 18 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado de Mateus Barbosa, cometido em 31 de dezembro de 2022, no município de Governador Edison Lobão (termo judiciário de Imperatriz).

A vítima estava caminhando em uma rua e foi surpreendida pelo réu, que desferiu um golpe de faca no abdômen após uma breve discussão. O réu chegou a lamber o sangue da lâmina da faca antes de fugir. Foram reconhecidas as qualificadoras do motivo fútil e do recurso que dificultou a defesa da vítima.

No segundo julgamento, Pedro Henrique Silva foi condenado a 12 anos de reclusão pelo homicídio qualificado de Francinaldo Amorim, em 26 de agosto de 2024, no bairro Santa Lúcia, em Imperatriz.

A vítima, um adolescente de 16 anos, foi executada a tiros, pelas costas e na região da cabeça, enquanto estava em horário de almoço. O réu foi preso em flagrante logo após o crime, com o revólver utilizado na execução. O Ministério Público comprovou que o homicídio teve relação com conflito entre facções criminosas.

No último júri, o réu Raimundo Nonato Sousa, à época com 78 anos, foi condenado a 8 anos de reclusão por tentativa de homicídio qualificado contra o vizinho dele, o taxista Antônio Silva.

O crime foi cometido em 5 de julho de 2024, no bairro Boca da Mata, em Imperatriz. O réu simulou mal-estar na porta de sua residência para atrair a vítima. Quando Antônio se aproximou para prestar socorro foi atingido com um golpe de faca no abdômen.

Redação:CCOM-MPMA

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