
Candidato a Prefeitura de Imperatriz Prof. Marco Aurélio (PCdoB) esteve ontem, quarta (21) participando de uma sabatina no canal digital “Imperatriz On Line” .
Dentre os vários questionamentos feitos por entrevistadores da bancada e internautas, Marco Aurélio respondeu ao apresentador David Carvalho, que quis saber a opinião do candidato sobre o vídeo-monitoramento e a zona azul na cidade.
“Sobre o vídeo-monitoramento eu acho importante, pois consegue contribuir com a segurança. Sobre os radares há exagero. Tenho andado muito e tenho ouvido muitas opiniões de taxistas e motoristas e todos entendem que é um exagero (..) uma coisa é garantimos os pontos necessários para reduzir a uma velocidade segura para se trafegar e que se reduzam os acidentes, outra coisa é criar a “indústria da multa” - nós vamos acabar com a indústria da multa em Imperatriz. Eu vou acabar com a indústria da multa e é esse o compromisso que faço”. Afirmou o candidato Prof. Marco Aurélio.
Ainda segundo ele sobre a zona azul, será criada uma “zona livre” onde os motoristas poderão deixar seus veículos (moto x carro).
Nas redes sociais a afirmação foi amplamente comemorada por motoristas, motociclistas e trabalhadores em geral que precisam se deslocar para o Centro. Segundo dados do último censo, Imperatriz possui cerca de 45.384 automóveis.
Segundo o vereador Adhemar Freitas Jr (Solidariedade), “a inversão de valores é uma das características da atual administração que faz um mundo de fantasia nos comerciais e acaba de instalar uma fábrica de multas, sacrificando nosso povo, e o lucro não se sabe para onde irá. É a indústria da multa sim, pois onde tem semáforos, ainda estão colocando lombadas de 30km/h. É inimaginável, não tem outro sentido nem objetivo a não ser o interesse claro de multar e arrecadar”, afirmou o legislador.
Nas grandes cidades, o vídeo-monitoramento é somente utilizado com forma preventiva e ostensiva sem aplicação de multas, para combater e inibir a criminalidade. Resta saber até quando o atual executivo municipal irá para arrecadar mais ainda do contribuinte.