Política Opinião
Clayton Noleto: "há interesses anti-nacionais poderosos por trás de toda essa mobilização da extrema-direita"
Para o ex – secretario da infraestrutura do Estado Clayton Noleto há interesses econômicos obscuros poderosos por trás de toda destruição deixada pelos bolsonaristas
09/01/2023 17h26 Atualizada há 4 anos
Por: Carlos Leen
A tomada de Brasília por hordas terroristas que pilharam as sedes dos três poderes da República neste domingo era uma história cantada por aliados de Jair Bolsonaro .

O dia seguinte aos ataques violentos de agentes extremistas na capital do país provocaram o repúdio de lideranças políticas locais e mundiais de expressiva notoriedade.  

Observando as cenas de vandalismo nos prédios dos três Poderes em Brasília, com patrimônios históricos e culturais sendo destruídos, não tem como não associar às cenas dos fundamentalistas do Talibã destruindo obras milenares para provarem suas “verdades”. A linguagem universal do atraso civilizatório se expressa nesses episódios. É muito mais do que crime comum.

Para o ex – secretario da infraestrutura do Estado Clayton Noleto há interesses econômicos obscuros poderosos por trás de toda destruição deixada pelos bolsonaristas:

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“Há interesses anti-nacionais poderosos por trás de toda essa ideologização e mobilização da extrema-direita, cujo objetivo estratégico é o de desestabilizar o país, de fragilizar o Brasil e manter a nossa nação vulnerável no cenário internacional.” Frisou Noleto.

“Há interesses anti-nacionais poderosos por trás de toda essa ideologização e mobilização da extrema-direita, cujo objetivo estratégico é o de desestabilizar o país, de fragilizar o Brasil e manter a nossa nação vulnerável no cenário internacional.” Frisou Noleto.

“Não é coincidência que agentes envolvidos na organização, financiamento e mobilização dos atos antidemocráticos e tentativa de derrubada do Estado Democrático de Direito estejam no exterior”, comentou em seu Twitter o ex – secretário.

“O que tem a dizer, por exemplo, neste momento crucial da vida brasileira, o tal “mercado”, que ao menor sinal de mudanças contrárias aos seus interesses especulativos reage com toda intensidade, mas que diante tamanha ameaça à democracia mostra uma timidez irritante?”. Finalizou Noleto.