O dia seguinte aos ataques violentos de agentes extremistas na capital do país provocaram o repúdio de lideranças políticas locais e mundiais de expressiva notoriedade.
Observando as cenas de vandalismo nos prédios dos três Poderes em Brasília, com patrimônios históricos e culturais sendo destruídos, não tem como não associar às cenas dos fundamentalistas do Talibã destruindo obras milenares para provarem suas “verdades”. A linguagem universal do atraso civilizatório se expressa nesses episódios. É muito mais do que crime comum.
Para o ex – secretario da infraestrutura do Estado Clayton Noleto há interesses econômicos obscuros poderosos por trás de toda destruição deixada pelos bolsonaristas:
“Há interesses anti-nacionais poderosos por trás de toda essa ideologização e mobilização da extrema-direita, cujo objetivo estratégico é o de desestabilizar o país, de fragilizar o Brasil e manter a nossa nação vulnerável no cenário internacional.” Frisou Noleto.
“Há interesses anti-nacionais poderosos por trás de toda essa ideologização e mobilização da extrema-direita, cujo objetivo estratégico é o de desestabilizar o país, de fragilizar o Brasil e manter a nossa nação vulnerável no cenário internacional.” Frisou Noleto.
“Não é coincidência que agentes envolvidos na organização, financiamento e mobilização dos atos antidemocráticos e tentativa de derrubada do Estado Democrático de Direito estejam no exterior”, comentou em seu Twitter o ex – secretário.
“O que tem a dizer, por exemplo, neste momento crucial da vida brasileira, o tal “mercado”, que ao menor sinal de mudanças contrárias aos seus interesses especulativos reage com toda intensidade, mas que diante tamanha ameaça à democracia mostra uma timidez irritante?”. Finalizou Noleto.