
Por 63 votos “sim” e 11 votos “não”, o Senado aprovou na noite desta quarta-feira (21) a PEC da Gastança. A matéria foi analisada em dois turnos, obtendo placar igual em ambos.
O texto era defendido como prioritário para o futuro governo de Lula (PT). Ele amplia o teto de gastos em R$ 148 bilhões e garante outros R$ 23 bilhões em investimentos, fruto de receitas extraordinárias. Esses recursos são para bancar despesas como o Bolsa Família, o Auxílio Gás e a Farmácia Popular.
Os três senadores do Maranhão – Roberto Rocha, Weverton Rocha e Eliziane Gama – votaram favoráveis.
Na Câmara, entre os 18 deputados federais maranhenses, apenas dois votaram contra a proposta: Gil Cutrim (Republicanos) e Pastor Gildenemyr (PL). Os outros dezesseis foram favoráveis.
A PEC seguiu para promulgação.
Em tempo: chamar a medida de “PEC da Gastança” é inadequado, ao meu ver. Investimento em Bolsa Família, saúde e educação não é "gastança", é colocar o povo finalmente no orçamento.