
De volta ao oficio de escrever e publicar esta Newsletter, sempre destacando o que aconteceu na República, na cidade e na cultura pop...
Nesta edição: O inicio do drama imperatrizense com o período chuvoso - as movimentações dos bastidores da política – a hora propícia de ler e reler "Como Curar Um Fanático" – Uma dica de filme e mais...
Boa leitura!

Drama de uma nota só
Com o início do período chuvoso na cidade, começa o drama de condutores de veículos e população em geral com a péssima situação das ruas em Imperatriz. E as reclamações não param de pipocar principalmente nos programas de rádio local. A lama faz a simbiose com o asfalto que esconde crateras e buracos negros infinitos onde a métrica é medida pelo tamanho do prejuízo que o condutor do veículo adquire, por vezes, sentindo na própria pele a dor da queda.
Por mais que se diga que as forças da natureza não podem ser contidas, todas as opiniões são unanimes em apontar que nada foi feito para dirimir o problema na época da estiagem. Com a palavra a Secretaria de Infraestrutura de Assis Ramos, que entra e sai inverno, parece ser samba de uma nota só. O resumo da opera se deu na má votação que teve na cidade a primeira dama, candidata eleita, a deputada estadual.
Falando em Política...
Com o período pós-eleitoral, inicia-se a movimentação das placas tectônicas da Política, desde sua parte mais central, até suas bases e periferia. No plano nacional a equipe de transição do agora eleito Lula da Silva desenha contornos mais nítidos de como será sua atuação, No momento em que publico esta Coluna, uma fala marcante de Lula desagradou a parte do Mercado cujo interesse maior é ter o Estado como garantidor de renda financeira...
Enquanto isso por aqui...
“(...) sobre o futuro que desejo para Imperatriz, cidade em que nasci, e que vejo tanto potencial. Sei do quanto podemos alcançar, por isso disponho meu nome para futuro candidato a Prefeito.” Afirmou o primeiro suplente de deputado federal Clayton Noleto que inclusive teve uma semana bem animada com reuniões e encontros com o governador eleito Carlos Brandão, com o senador Flávio Dino, o deputado federal eleito Duarte Jr e com o Chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira. Além da maratona de encontros e reuniões, Clayton ainda fez dobradinha em uma live com o cara da Comunicação do Estado, o secretário Ricardo Cappeli.
Eis a cura!
Tendo em vista as recentes eleições no Brasil e em Israel, até estas nos EUA, e a quadra histórica em que nos metemos, é hora propícia de ler e reler "Como Curar Um Fanático".
Como? Principalmente com humor, diz seu autor, Amos Oz.
Manter o humor aliás é importante. em face à violência e estupidez do preconceito - racial, religioso, político. É necessário e possível.
Você dificilmente vai encontrar voz mais ponderada e prática que a de Oz, que como diz ele mesmo, foi um moleque da intifada. Cresceu tacando pedra nos opressores da Palestina, na época britânicos, ele um garoto judeu.
A atual crise no mundo, diz ele, é sobre a antiquíssima luta entre pragmatismo, pluralismo, tolerância versus fanatismo. "O que precisamos? De um acordo. Acordo significa vida. O oposto de um acordo não é idealismo, nem devoção; o oposto de um acordo é fanatismo e morte."
É. Mas fanáticos não querem acordos. É possível curar um fanático? Vamos fazer como Oz e ter esperança. Vale tentar - até o limite do murro na ponta de faca. Trabalho árduo. Quem sabe você tem jeito pra ele.
Você pode ver aqui uma pequena palestra do Amos Oz, quando esteve uns anos atrás no Brasil, com legendas.
Compre aqui seu exemplar e ajude um sebo a se manter.
Beijos e moderação

Uma dica...
“Elvis”, cinebiografia do “rei do rock”, onde nos é apresentada décadas da vida do artista (vivido por Austin Butler) e sua ascensão à fama, a partir do relacionamento do cantor com seu controlador, o empresário "Coronel" Tom Parker ( com Tom Hanks).
Reitero meu total apreço a estas obras cinematográficas que apresentam em grande estilo ícones da nossa música para as novas gerações e faz os mais velhos revisitarem de forma inédita a obra e a vida destes ícones. Depois de Elvis, Elton John e Ray Charles, fica o desejo que nomes como Chuck Barry e Joey Ramone (Ramones) sejam revisitados. São ícones e referência para gerações.
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