
PCdoB e PSB estão bastante avançados na efetivação de uma Federação Partidária, adaptando-se às alternativas das recentes mudanças na legislação partidária.
O PT também está avançando nesta direção. Apesar de ser um pouco mais difícil, analistas avaliam ser possível estes partidos caminharem juntos numa mesma federação, já que possuem afinidades políticas e programáticas.
Sobre o PDT, a candidatura de Moro e Santos Cruz pode desidratar o espaço de Ciro e a sobrevivência do PDT pode impor um reposicionamento deste partido e este vir a compor também esta ou outra federação.
Para o presidente do PCdoB de Imperatriz, Clayton Noleto “Há razões objetivas e subjetivas para aprofundarmos a unidade. Fortalecer o campo político e viabilizar a superação da cláusula de barreira são as mais proeminentes”, afirma.
Sobre o PSOL, este já é uma federação democrática de grupos políticos, projetos políticos individuais e correntes de opinião, e seu tecido interno poderá ter dificuldade em tal amplitude tática. Ao mesmo tempo, o PSOL nas últimas eleições conseguiu ultrapassar a cláusula de barreira. Contudo, estes feitos se deram com o PT em curva descendente, situação que se alterou agora. O PT tende a fazer uma forte bancada federal e isso desidrata a potencial votação do PSOL.
“Há razões objetivas e subjetivas para aprofundarmos a unidade. Fortalecer o campo político e viabilizar a clausula de barreira são as mais proeminentes”, afirma Clayton Noleto.
Rede e PV também estão no radar. Ambos estão sem usufruir da plenitude dos direitos dos partidos. A estratégia de federação também é uma alternativa.
Um dos entraves para uma ampla federação progressista é o fato desta ter que permanecer por 4 anos, ou seja, nas eleições de 2024 as federações estabelecidas também terão que operar, com chapas majoritárias e proporcionais únicas.
São mais de 5 mil municípios, mais de 300 cidades grandes. É muito varejo, um tabuleiro de xadrez com várias rainhas, vários reis, dezenas de cavalos, centenas de bispos e torres.