
Em resposta a cortes orçamentários que afetam a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL), o Sindicato dos Docentes das Universidades Estaduais do Maranhão (SINDUEMA) convocou os professores substitutos e efetivos a participarem de uma paralisação de advertência. A ação aconteceu durante todo o dia desta quinta-feira (15).
“Os decretos 38.314 e 38.315, publicados no Diário Oficial do Estado em 22 de maio de 2023, determinaram um corte de R$ 169 milhões no orçamento das universidades, o que é considerado um ataque a autonomia universitária. Além disso, os docentes enfrentam perdas salariais de 50,28% devido a política de sucateamento das universidades.” Informou o Prof. Expedito Barroso, da UEMASUL.

A pauta de reivindicações inclui a paridade salarial, a implementação de uma Data-Base para reajuste anual dos servidores, a realização de concursos públicos, a criação de um regulamento para progressão aos cargos de Professor Associado e Titular, bem como a reposição salarial integral de 50,28%.
Em ofício protocolado pelo sindicato em abril deste ano, uma audiência foi solicitada para discutir as demandas dos professores das universidades, com o Governo Estadual.
”Acho justo…”
Procuramos o atual Vice-governador e Secretário de Educação, Felipe Camarão, para comentar sobre a movimentação paredista. Mesmo estando em viagem e em deslocamento, Camarão nos respondeu avaliando como justa e legitima as reivindicações da comunidade acadêmica.
