
A Prefeitura de Imperatriz, por meio do Procon Municipal, deflagrou nesta quinta-feira (7) uma operação de fiscalização em supermercados e centros comerciais da cidade.
O objetivo é garantir o cumprimento imediato da Resolução-RE nº 1.834 da Anvisa, que determinou a suspensão da fabricação, venda e uso de determinados saneantes da marca Ypê.
A medida da agência reguladora federal ocorreu após uma inspeção sanitária realizada no final de abril identificar o descumprimento de normas de boas práticas de fabricação (RDC nº 47/2013).
Em Imperatriz, as equipes do Procon estão percorrendo estabelecimentos para assegurar que os itens com lotes terminados no número 1 sejam retirados tanto das áreas de venda quanto dos estoques.
A lista de produtos suspensos inclui diversas linhas de alta circulação nos lares maranhenses, como:
Lava-louças;
Lava-roupas líquidos;
Sabão em pó;
Desinfetantes.
A coordenadora do Procon Municipal, Socorro Lima, reforçou que a prioridade é a proteção da saúde pública.
“O consumidor tem direito à segurança e à informação adequada. Não permitiremos que produtos com potencial risco permaneçam sendo comercializados em nosso município”, afirmou.
O Procon orienta que os consumidores de Imperatriz verifiquem as embalagens dos produtos Ypê em suas residências. Caso o lote termine com o número 1, a recomendação é suspender o uso imediatamente.
O cidadão tem o direito de procurar o estabelecimento onde realizou a compra ou entrar em contato com o fabricante para solicitar a substituição do produto ou a restituição do valor pago. Caso encontre dificuldades ou identifique o produto à venda, o consumidor pode registrar reclamação na sede do Procon, localizada no Imperial Shopping, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
A rapidez com que o Procon de Imperatriz reagiu à resolução da Anvisa demonstra a importância da vigilância local em temas de consumo em massa.
O foco nos "lotes terminados em 1" é o ponto crucial desta operação.
Para o comércio local, o descumprimento pode gerar multas pesadas baseadas no Código de Defesa do Consumidor. Para o cidadão, fica o alerta: o barato ou o costumeiro não podem custar a segurança sanitária da família.
É hora de olhar o fundo da embalagem e conferir a numeração.