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Uso de IA marca nova fase no Direito brasileiro

Antes vista como uma tecnologia futurística, a inteligência artificial (IA) tornou-se, em 2026, parte da rotina de advogados e outros profissionais...

Carlos Leen
Por: Carlos Leen Fonte: Agência Dino
09/03/2026 às 15h16
Uso de IA marca nova fase no Direito brasileiro
Freepik/pressfoto

A inteligência artificial (IA) consolidou seu espaço no Judiciário brasileiro e passou a integrar a rotina de advogados e tribunais em 2026. Segundo especialistas do Grupo Adali, desenvolvedor da plataforma JusDinâmico, escritórios têm incorporado plataformas especializadas desenvolvidas para a realidade jurídica do país para estruturar peças, organizar tarefas e ganhar eficiência. Esse movimento reflete uma mudança concreta na prática profissional. Segundo uma pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2024, 63% dos tribunais já desenvolviam projetos de IA. Número que pode ser ainda maior atualmente, dada a popularização desse tipo de ferramenta entre 2025 e 2026.

"O amadurecimento das tecnologias de IA, aliado à necessidade crescente por eficiência no setor jurídico, transformou o cenário. O que antes era visto como uma inovação futurista tornou-se parte da rotina de milhares de profissionais em 2026", afirma Priscila Pinheiro, advogada e CEO do Grupo Adali, ecossistema de soluções tecnológicas para o meio jurídico.

A facilidade no acesso às ferramentas, a especialização dos algoritmos e a confiança nos resultados entregues foram, segundo ela, fatores decisivos para essa virada que se torna ainda mais visível neste ano. Os escritórios perceberam que é possível aumentar a produtividade sem abrir mão da qualidade técnica e passaram a utilizar a IA como uma assistente operacional.

"A IA é capaz de cuidar das etapas mais repetitivas e mecânicas do trabalho jurídico: estruturação de petições, identificação de teses relevantes, organização de argumentos, entre outras tarefas. Com isso, o advogado consegue focar mais tempo em análise crítica, construção de estratégias e relacionamento com o cliente — atividades que demandam sensibilidade e julgamento humano", explica Pinheiro.

A mesma visão é compartilhada por Gian Nunes, cofundador do Grupo Adali e especialista em tecnologia. Ele diz que o uso ético da IA passa por três pilares: transparência, validação técnica e controle humano.

"É essencial que o profissional saiba como a ferramenta opera, que os dados estejam atualizados e alinhados às fontes corretas e que exista sempre supervisão do advogado sobre o que será utilizado. A IA não deve ser uma substituição do juízo profissional, mas um apoio robusto para tomada de decisão e elaboração mais segura", destaca Nunes.

Com esses valores em mente, o Grupo Adali desenvolveu uma IA voltada para advogados: o JusDinâmico. Trata-se de uma plataforma jurídica feita para prospectar clientes, gerar peças simples e complexas e organizar a rotina da advocacia.

"O JusDinâmico nasceu a partir da escuta ativa de advogados que convivem com as dores da prática diária. É uma IA construída com base na realidade brasileira, que respeita os contextos locais, a estrutura do nosso Judiciário e as nuances das petições jurídicas do país. A proposta é oferecer precisão, relevância e aplicabilidade — não apenas textos genéricos", detalha Nunes.

Segundo o especialista, a plataforma permite que o advogado personalize e refine os resultados, mantendo o controle da estratégia jurídica enquanto pode se beneficiar da velocidade e estrutura propostas pela tecnologia.

Para conferir as funcionalidades do JusDinâmico, basta acessar: https://jusdinamico.com.br/

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