O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) rebateu nesta segunda-feira (4) informações publicadas em blogs locais, que afirmavam que a segunda parcela do precatório do Fundef estaria “presa no STF por causa do sindicato”.
Em nota, a entidade afirmou ter sido a responsável por peticionar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação imediata dos R$ 1,4 bilhão referentes ao pagamento. Do montante, R$ 843,4 milhões (60%) devem ser repassados diretamente aos professores, enquanto R$ 562,3 milhões (40%) serão destinados a investimentos na área educacional.
O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, classificou as alegações como “fake news com o objetivo de enfraquecer a luta da categoria”. Segundo ele, o sindicato “foi a única instituição que não se curvou às pressões” e continuará a cobrar a liberação integral dos recursos.
Ainda nesta semana, a Comissão Paritária do Precatório do Fundef, formada por representantes do sindicato e da Secretaria de Educação do Maranhão (SEDUC), deve se reunir para definir os últimos passos para o início do pagamento aos educadores.