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Fundação Cultural de Imperatriz envolta em acusações de fraudes e falhas na Lei Paulo Gustavo
Após denúncias veementes realizadas pelo radialista Whallasy Real, o denunciante afirma que enfrenta perseguição, perda de apoios e contratos, ligados às alegações de possíveis desvios de verbas públicas.
17/01/2024 13h05 Atualizada há 3 anos
Por: Carlos Leen
Apesar da oferta de um curso, o edital apresenta notáveis semelhanças com o de São Luís, inclusive erros gramaticais que sugerem falta de revisão.

A Fundação Cultural de Imperatriz (FCI) está sendo alvo de acusações de fraudes relacionadas ao edital da Lei Paulo Gustavo.

Enquanto membros da imprensa buscam esclarecimentos sobre as falhas do edital, a FCI e a assessoria de imprensa da prefeitura mantêm-se distantes, sem emitir nota de justificativa.

Após denúncias veementes realizadas pelo radialista Whallasy Real, o denunciante afirma que enfrenta perseguição, perda de apoios e contratos, ligados às alegações de possíveis desvios de verbas públicas.

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Contudo, ele esclarece que permanecerá incansável na busca por respostas em prol da população, enfatizando que não será silenciado nas cobranças por esclarecimentos.

A polêmica se desdobra a partir do edital audiovisual da Lei Paulo Gustavo em Imperatriz-MA, revelando indícios de falta de competência e transparência na gestão da Fundação Cultural.

Apesar da oferta de um curso, o edital apresenta notáveis semelhanças com o de São Luís, inclusive erros gramaticais que sugerem falta de revisão.

Na categoria longa-metragem, a empresa vencedora, a MOOD FILMES (CNPJ 48.953.196/0001-65) de São Luís, descumpriu a exigência de sediar-se em Imperatriz para receber o recurso.

A suspeita de favorecimento ganha força ao descobrir-se que dois sócios da empresa são membros da influente FAMÍLIA SARNEY: Gabriel Jose Cordeiro Sarney e Maria Fernanda Murad Sarney Santos.

Artistas locais, incomodados com a falta de transparência na escolha da banca avaliadora e a exclusão de profissionais da região, pedem a redistribuição de recursos para projetos menores, ampliando as preocupações sobre o direcionamento adequado dos investimentos.

A questão que permanece no ar é se a FCI, órgão responsável pela gestão cultural, responderá à população diante de todas essas alegações.

Vale destacar este site do jornalista Carlos Leen está aberto para esclarecimentos por parte da equipe jurídica da FCI, oferecendo uma oportunidade para a instituição se pronunciar e dissipar as dúvidas que pairam sobre as recentes denúncias.