Geral Saneamento básico
Justiça proibe Assis Ramos de romper contrato com a Caema: Entenda o Caso
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) proibiu que a Prefeitura de seguir com uma concorrência pública que visava a contratação de uma nova empresa para substituir a Caema no abastecimento de água na cidade.
18/10/2023 14h26 Atualizada há 3 anos
Por: Carlos Leen
Divulgação: Assessoria

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) proibiu a Prefeitura de seguir com uma concorrência pública que visava a contratação de uma nova empresa para substituir a Caema no abastecimento de água na cidade.

A concorrência estava diretamente ligada ao desejo do atual prefeito, Assis Ramos de romper um contrato de 35 anos, desencadeando uma disputa que levou a questão aos tribunais. O juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, emitiu uma decisão proibindo de se realizar qualquer ação que pudesse resultar na quebra de contrato com a Companhia.

A Justiça determinou não apenas a suspensão da concorrência, mas também a manutenção do contrato entre a Prefeitura de Imperatriz e a Caema até que o mérito da questão seja devidamente julgado. Essa medida visa evitar qualquer ação que possa comprometer o abastecimento de água a população da cidade.

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Complexidade e interesses

Enquanto a Prefeitura argumenta que a Caema não cumpre adequadamente seu papel na prestação dos serviços de abastecimento de água, a companhia alega que a quebra do contrato pode causar prejuízos a qualidade e continuidade do serviço, bem como a aumento de contas.

A decisão do juiz Douglas de Melo Martins reflete a complexidade do caso, uma vez que o abastecimento de água é uma necessidade básica para a população e qualquer interrupção ou alteração significativa precisa ser cuidadosamente avaliada.

Enquanto isso, a disputa se arrasta há mais de um ano na Justiça.