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Checado: Não é verdade que Eduardo Braide sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro ao segui-lo nas redes sociais
Especulações geradas por portais e redes sociais são desmentidas pelo entorno do governador eleito; Braide também segue Lula, Dino e Brandão, mantendo a postura de neutralidade anunciada após o 1º turno.
13/10/2026 10h53
Por: Carlos Leen
Braide (`PSD): O governador eleito também segue Lula, Flávio Dino e Carlos Brandão, mantendo a neutralidade e o foco na transição no Maranhão. Imagem: Reprodução

 

Desde a última sexta-feira (9), uma onda de especulações tomou conta de portais de notícias e páginas de redes sociais no Maranhão.

Publicações afirmavam que o governador eleito Eduardo Braide (PSD) teria passado a seguir o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) no Instagram, o que estaria sendo interpretado como um gesto velado de apoio no segundo turno.

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Contudo, a informação não procede e trata-se de um diagnóstico precipitado da movimentação digital do futuro chefe do Executivo maranhense.

A Checagem dos Fatos

Apuração realizada junto ao entorno do governador eleito, incluindo interlocutores próximos e o seu irmão, o deputado estadual Fernando Braide (PSD), confirma que não houve qualquer mudança de posicionamento político ou sinalização eleitoral por parte do ex-prefeito de São Luís:

A opção por não se engajar publicamente na campanha presidencial de segundo turno não é uma exclusividade do governador eleito.

O atual governador do Estado, Carlos Brandão (MDB), também adota postura reservada e ainda não revelou oficialmente seu posicionamento no pleito entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Em tempos de campanhas hiperconectadas, o comportamento digital de lideranças de grande porte vira alvo constante de leituras políticas precipitadas.

No caso de Eduardo Braide, que construiu sua vitória com um eleitorado heterogêneo em todo o Maranhão, o monitoramento de redes sociais por parte de militantes busca forçar uma polarização que o governador eleito tenta, justamente, evitar.

Braide reforça a narrativa de um gestor independente e pragmático, preservando o canal aberto para dialogar com o futuro presidente do país a partir de 2027, seja ele quem for.