Política Eleições 2026
PT nacional define Francimar Melo como coordenador da campanha de Lula no Maranhão
Presidente do diretório estadual terá a missão de unificar palanque lulista no estado; Raimunda Oliveira, presidente do PT de São Luís, assume a secretaria executiv
15/07/2026 11h47
Por: Carlos Leen
Lula , Felipe Camarão e Francimar Melor . Foto: Montagem / IA

A  Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a indicação de Francimar Melo, presidente reeleito do diretório estadual da sigla, como o coordenador geral da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Maranhão.

A escolha consolida a influência da corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB) — a mesma tendência majoritária de Lula — na condução das diretrizes eleitorais em território maranhense.

A estrutura de coordenação também contará com a participação de Raimunda Oliveira, presidente do diretório municipal de São Luís, que foi escalada para desempenhar a função de secretária executiva da campanha em nível estadual.

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Em suas primeiras declarações após a oficialização de seu nome, Francimar Melo destacou a complexidade da missão e o foco na atração de novas forças aliadas:

“Recebo com grande entusiasmo a minha indicação. Além de topar o desafio, quero aglutinar o campo mais amplo possível no entorno da coordenação”, pontuou o dirigente.

Na prática, caberá ao presidente estadual do PT a responsabilidade técnica e política de dialogar com as diferentes forças locais que disputam o pleito majoritário para o Governo do Estado e para o Senado Federal, buscando assegurar que as rivalidades regionais não comprometam o desempenho da candidatura presidencial.

O PT mantém a pré-candidatura do professor e procurador de carreira, Felipe Camarão (PT), ao Palácio dos Leões.

O Maranhão é, historicamente, um dos estados que entrega as maiores votações proporcionais ao PT no cenário nacional, mas em 2026 o palanque lulista local apresenta um nível de fragmentação alarmante.

Francimar assume a função com a missão de atuar como um "bombeiro político" em um território onde praticamente todas as grandes forças políticas em disputa declaram apoio ao presidente Lula, mas guerreiam de forma implacável entre si pelas vagas estaduais.