O movimento capitaneado por Adhemar Freitas Jr. (MDB) busca retirar Imperatriz de um "anacronismo jurídico". A Lei Orgânica de 1990 já não conversa com a realidade de uma metrópole regional que enfrenta novos desafios em infraestrutura, tecnologia e direitos sociais.
Um dos pontos centrais destacados pelo presidente Adhemar é a atualização do Código de Posturas. Na prática, isso significa:
A composição da comissão especial (Portaria nº 17/2026) reflete um equilíbrio político e técnico:
O grupo tem 90 dias (prorrogáveis por mais 90) para realizar uma análise comparativa com as legislações estadual e federal. Ao final, será entregue um anteprojeto de revisão que passará por votação no plenário.
A revisão da Lei Orgânica em 2026 é um movimento político de afirmação da Câmara. Ao liderar essa pauta, Adhemar Freitas Jr. coloca o Legislativo como protagonista da modernização de Imperatriz.
Para o cidadão comum, isso pode parecer distante, mas o impacto é direto: regras mais claras para abrir um comércio, calçadas mais acessíveis, proteção ambiental atualizada e um governo municipal mais transparente.
A Câmara terá o desafio de mediar interesses de diversos setores (como o imobiliário e o comercial) para garantir que a "Nova Lei Orgânica" .
E não pode ser apenas um "remendo" mas sim um salto de qualidade para o futuro da cidade.