Política Educação
Precatórios do Fundef: Felipe Camarão confirma pagamento de “parcela controversa” para 2026
Acordo firmado pelo governo Lula via AGU garante mais de R$ 500 milhões para professores da rede estadual; valor refere-se a juros e correções de processos judiciais que estavam travados.
23/01/2026 16h46 Atualizada há 7 meses
Por: Carlos Leen
O vice-governador Felipe Camarão confirmou que a “parcela controversa” do Fundef, que soma mais de meio bilhão de reais, começa a ser paga em 2026. Foto: Instagram

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, trouxe detalhes importantes sobre o futuro dos pagamentos do Fundef para os professores da rede estadual.

Além da terceira parcela prevista para este ano, Camarão confirmou que a chamada “parcela controversa” começará a cair na conta dos educadores em 2026.

O que é a parcela controversa?

Muitos professores ainda tinham dúvidas sobre esse termo técnico.

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O vice-governador explicou que esse valor é o resultado de uma longa disputa judicial sobre os cálculos de juros e correções do antigo fundo (vigente entre 1998 e 2006).

Meio bilhão de reais em jogo

A decisão garante a liberação de mais de meio bilhão de reais para a categoria. De acordo com Felipe Camarão, este é um direito reconhecido após anos de luta sindical e política.

"A primeira parcela deste acordo sairá ainda em 2026. É um direito reconhecido, fruto de luta e que começa a se tornar realidade", pontuou o vice-governador.

Calendário de Expectativa

Com essa confirmação, o cronograma para os professores estaduais fica mais robusto:

  1. 2026: Pagamento da terceira parcela regular (previsto).

  2. 2026: Início do pagamento da parcela controversa (acordo da AGU).